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Coronavírus: mitos e verdades

Coronavírus: mitos e verdades

  • 28 de February de 2020
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O coronavírus tem preocupado o mundo inteiro. Com isso, inúmeras receitas caseiras que tratariam o coronavírus vem pipocando diariamente nas redes sociais nos últimos dias. No entanto, especialistas recomendam não repassá-las adiante. Essas notícias falsas levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a lançar, na semana passada, um boletim com mitos e verdades sobre o coronavírus.

A Sociedade Brasileira de Infectologia, inclusive, informou que a epidemia é muito recente e, por isso, ainda não existe medicamento eficaz para seu tratamento. Por enquanto, os casos confirmados na China e as primeiras manifestações da enfermidade em outras áreas da Ásia, Brasil, América do Norte e Europa utilizam apenas remédios para aliviar os sintomas, e os pacientes são orientados a repousar e ingerir líquidos para evitar agravamento do quadro.

A seguir as principais dúvidas que, não obstante pareçam banais à primeira vista, mas são bastante pertinentes frente a toda repercussão deste novo vírus que pode matar pessoas.

Abrir pacotes ou cartas que chegaram da China pode ser perigoso?

NÃO há risco. Os pacotes ou cartas podem ser abertos sem receio pois o vírus não sobrevive em objetos por muito tempo.

Lavar a boca com enxaguantes bucais protege do Coronavírus?

NÃO. Alguns enxaguantes bucais nos protegem por um tempo de bactérias e outros microrganismos, mas não há evidências de proteção contra este novo Coronavírus.

Cães ou gatos podem ser transmissores do Coronavírus?

NÃO. Até o momento não há nenhuma evidência de que cães ou gatos possam transmitir o novo Coronavírus. No entanto, recomenda-se sempre lavar bem as mãos depois de brincar ou cuidar dos nossos bichinhos queridos.

A vacina da Pneumonia protege contra formas graves do Coronavírus?

NÃO. A vacina da pneumonia nos protege contra uma bactéria que é o Pneumococo. Não há ainda uma vacina para o novo Coronavírus.

Tomei a vacina contra a gripe. Estou protegido contra o novo coronavírus?

Não. A vacina da gripe protege somente contra o vírus influenza.

As máscaras nos protegem do novo vírus?

SIM. As máscaras são protetoras. Mas há alguns cuidados importantes: nariz e boca devem estar tapados e a máscara deve ser trocada se estiver úmida. Importante saber que a máscara protege, mas não evita a doença. Há outras formas de contágio que independem da máscara.

Pessoas com máscara podem pegar o Coronavírus?

SIM. Se uma pessoa com máscara estiver em um transporte coletivo, por exemplo, encostar na barra de proteção que por acaso está contaminada e coçar os olhos pode pegar a doença.

O coronavirus é um novo tipo de gripe?

Não, porque gripe é uma infecção respiratória causada pelo vírus influenza.

Há grupo de risco para este novo vírus?

SIM. Idosos e pessoas com alguma doença de base como, por exemplo, diabetes, problemas cardíacos ou doenças respiratórias.

O ideal é buscar informações técnicas em veículos de comunicação de credibilidade ou em instituições oficiais, como o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS), pois a cada dia os pesquisadores divulgam novas informações sobre a evolução da epidemia. 

Até o momento, a mais importante forma de proteção é muito simples: lavar as mãos com água e sabão com muita frequência.

Onde buscar tratamento em Manaus:

A população conta agora com o ipok, um aplicativo inovador de Saúde, cujo objetivo é facilitar o dia a dia de usuários que precisam agendar uma consulta médica de forma prática, ágil e segura. Além, de avaliar o atendimento de um profissional de saúde, efetuar buscas por profissionais especializados é possível acompanhar notícias atualizadas da área de saúde. No app você pode agendar consultas com infectologistas em Manaus, entre outras especialidades. 

Atenção: A informação descrita acima, serve apenas como apoio e não, substitui em hipótese alguma, a consulta médica com um profissional especializado. Para um diagnóstico preciso, procure uma avaliação médica de sua preferência ou em alguma unidade de saúde pública mais próxima da sua região.

FONTE: Ministério da Saúde, G1 (Bem Estar – Ana Escobar, médica pediatra e professora na Faculdade de Medicina da USP.

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