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Você sabe diferenciar e identificar ansiedade, pânico ou fobia?

Você sabe diferenciar e identificar ansiedade, pânico ou fobia?

  • 8 de April de 2020
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Neste período onde cerca de 2 bilhões de pessoas no planeta estão de alguma forma ou de outra confinadas em casa, em isolamento, auto-isolamento, quarentena ou como queira chamar, nunca vivido antes no século 21, causados pelo novo coronavírus, é difícil mensurar quem ainda não sentiu nenhum sintoma ou sinal de ansiedade, fobia ou ataques de pânico por incertezas de quando tudo isso vai passar.

Para o filósofo americano, Noam Chomsky, hoje com 92 anos, que foi testemunha de grandes fatos históricos e políticos importantes que marcaram o século XX, o isolamento social destes tempos, acometido pelo novo coronavírus, deve ser usado para fortalecer os laços sociais e desenvolver projetos de resistência.

Entretanto, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos ansiosos têm sido assunto recorrente atualmente, 9,3% da população brasileira convive com ansiedade, aponta a OMS. No entanto, no universos psiquiátrico, tais transtornos não estão num caldeirão isolado. Cada um deles, podem ter sintomas e tratamentos específicos, por isso é importante contar com uma avaliação médica especializada e acompanhamento adequado em busca de qualidade de vida.

Às vezes, fica difícil entender que mal-estar é esse que provoca medo, palpitações, sudorese, tensão muscular e aquela sensação de urgência como se algo ruim vai acontecer a qualquer momento.  

Saiba como os especialistas avaliam cada um desses transtornos.

Transtorno de Ansiedade Generalizada

É uma ansiedade excessiva com diferentes eventos ou atividades, ou seja, pode afetar a vida social, acadêmica, profissional, amorosa, entre outras. Segundo os especialistas, a pessoa não consegue controlar a preocupação, se sente inquieta ou com a sensação de estar sempre com os nervos à flor da pele.

De acordo com médicos psiquiatras, inquietação, tensão interior, cansaço, falta de concentração, tensão muscular, irritabilidade e alterações do sono são alguns dos sintomas presentes. No entanto, o paciente deve apresentar tais sintomas ao longo de seis meses, causando prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. 

O tratamento normalmente inclui psicoterapia e usos de medicamentos, principalmente os ansiolíticos. Porém, essa escolha vai depender muito das características de cada paciente, por isso, um psiquiatra deve ser consultado antes de tudo, pois ele saberá o melhor tratamento para o paciente em questão.

Fobias

Enquanto no transtorno da ansiedade generalizada, a pessoa pode reagir a qualquer fato considerando-o ameaçador, na fobia há um desencadeamento nítido, uma circunstância específica que provoca que medo intenso é racional, ressaltam os especialistas. E daí, surge a ansiedade intensa para se esquivar do objeto que provoca a fobia ou suportá-lo, causando sofrimento. No entanto, os sintomas são desproporcionais em relação ao perigo real imposto pelo objeto ou situação específica. 

Por isso, a fobia pode causar um ataque de pânico. Neste caso, o tratamento terapêutico que consiste em expor o fóbico sistematicamente (de maneira progressiva e controlada) ao objeto temido pode ser bastante indicado e eficiente.

Ataque de pânico

Se caracteriza por um surto abrupto de medo ou desconforto intenso. O pânico vem de forma súbita, sem um desencadeante como acontece na fobia, atingindo o pico em no máximo 10 minutos, mas para o paciente, parece uma eternidade, avaliam os especialistas. 

Os sintomas são físicos e psíquicos em que o paciente pode sentir medo de morrer, além de palpitações, sudorese, dificuldade para respirar, calafrios ou ondas de calor, desconforto gástrico, sensação de tontura, entre outras. Segundo os especialistas, se esses sintomas forem recorrentes e prejudicarem de alguma forma a vida pessoal do paciente, o ataque de pânico pode se transformar em um transtorno de pânico. 

Por isso, é importante diferenciar cada um para estabelecer uma estratégia de tratamento mais adequada. A combinação entre medicamentos e psicoterapia costuma ser mais efetivos para o tratamento dos transtornos ansiosos e nem sempre é o psiquiatra o responsável por esse diagnóstico. Um clínico geral pode identificar o problema e realizar o procedimento correto. Mas é importante buscar ajuda de um especialista para viver de maneira melhor e mais tranquila.

Onde buscar tratamento em Manaus:

A população conta agora com o ipok, um aplicativo inovador de Saúde, cujo objetivo é facilitar o dia a dia de usuários que precisam agendar uma consulta médica de forma prática, ágil e segura. Além, de avaliar o atendimento de um profissional de saúde, efetuar buscas por profissionais especializados é possível acompanhar notícias atualizadas da área de saúde. No app você pode agendar consultas com psiquiatras, psicólogos, clínico geral em Manaus, entre outras especialidades. 

Atenção: A informação descrita acima, serve apenas como apoio e não, substitui em hipótese alguma, a consulta médica com um profissional especializado. Para um diagnóstico preciso, procure uma avaliação médica de sua preferência ou em alguma unidade de saúde pública mais próxima da sua região.

FONTE: Organização Mundial da Saúde (OMS), portal uol (viva bem)

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