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Doenças crônicas não transmissíveis: o que são?

Você sabia que as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são responsáveis por 63% das mortes no mundo?

As doenças crônicas não transmissíveis são aquelas de desenvolvimento lento que levamos por toda vida. Essas doenças podem ser silenciosas ou manifestadas ao longo do tempo. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças crônicas representam a cerca de 74% da causa de morte no país, entre o grupo de doenças, as principais DCNT, são: as doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, câncer, doenças respiratórias e as doenças metabólicas. 

As doenças crônicas estão relacionadas a múltiplos fatores de risco decorrente do estilo de vida da população nos últimos anos. Milhões de pessoas morrem todos os dias prematuramente entre os 30 e 69 anos de idade e, a maioria dessas mortes ocorrem em países de média e baixa renda. 

Entre os principais fatores de risco a baixa qualidade de vida, hábitos alimentares inadequados, poluição do ar, mudanças climáticas e a inatividade física colabora com essa realidade. 

As condições de saúde também influenciam as doenças crônicas, tal como, a obesidade, sedentarismo, tabagismo, doenças congênitas e genéticas; e a coexistência de doenças. Apesar das circunstâncias, as DCNT podem ser evitadas através da prevenção e controle, dando a possibilidade do paciente viver com qualidade e bem-estar.

O Ministério da Saúde em parceria com outros ministérios, instituições de ensino e pesquisa, ONGs da área da saúde, entidades médicas, associações de portadores de doenças crônicas, elaborou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT, visando enfrentar e controlar as doenças crônicas até 2022, apoiando os serviços voltado a prevenção das doenças. 

Como foi divulgado nas pesquisas, as doenças crônicas atingem principalmente as populações mais vulneráveis com calamidade de saúde pública.

Quais são as principais doenças crônicas?

  • Doenças cardiovasculares (hipertensão, insuficiência cardíaca, AVC, doença vascular periférica, entre outras)
  • Diabetes;
  • Câncer;
  • Doenças renais crônicas;
  • Doenças neuropsiquiátricas (como depressão, distúrbios relacionados ao abuso de álcool e outras drogas, etc);
  • Doença de Parkinson e Alzheimer;
  • Doenças metabólicas (diabetes, obesidade, dislipidemia);
  • Doenças respiratórias (bronquite, asma, rinite);

Como prevenir as doenças crônicas?

Mudanças no hábito de vida são necessários para combater as doenças crônicas, adquirir um estilo de vida baseado na alimentação saudável rica em proteínas, fibras, frutas, legumes e reduzir o uso de alimentos industrializados e açucarados aumenta a qualidade e expectativa de vida da pessoa.

A realização de atividades físicas regularmente aumenta a expectativa de vida da população, portanto, realizar exercícios físicos ajuda no relaxamento e prevenção de doenças crônicas.

Maus hábitos como, fumar ou beber, devem ser retirados da rotina, a nicotina e o álcool são grandes causadores de DCNT. Além de provocar a destruição dos órgãos, o uso excessivo dessas substâncias pode levar o indivíduo a morte. 

Estar acompanhado de um médico é essencial para prevenir as doenças causadoras de morte, somente um especialista poderá avaliar o caso de cada paciente e retardar o quadro, evitar a sua progressão e até reverter a situação. 

Consideração final 

As DCNT representam alto índice de doença no Brasil. Pesquisas apontam que a mortalidade de algumas DCNT (as doenças cardiovasculares e as respiratórias crônicas) estão diminuindo, o que indica o aperfeiçoamento no atendimento e promoção de saúde pública voltada para a população.

Mas, em contraponto, o número de pessoas com DCNT tende a aumentar devido a calamidade da saúde pública no Brasil que mostra a necessidade de organizar, qualificar e ampliar o atendimento dentro dos hospitais.

Outro fator preocupante que ameaça o controle das doenças crônicas é o aumento de pessoas obesas e fumantes, se esses hábitos não forem combatidos e amenizados, essas doenças podem levar mais pessoas á óbito. Portanto, políticas públicas devem ser aplicadas para o controle e combate das DCNT. 

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